Reflexão sobre a unidade da igreja

Reflexão sobre a unidade da igreja

“Em chegando o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da Porta das Águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o Livro da Lei de Moisés, que o SENHOR tinha prescrito a Israel.” (Ne 8.1).

Para esta reflexão vamos usar como introdução o texto acima, que se insere no contexto da restauração dos muros de Jerusalém. Profeticamente, aponta para a unidade da igreja como intento do coração de Deus. O povo reunido como um só homem pediu a Esdras que trouxesse o livro da Lei de Moisés: “... e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o Livro da Lei de Moisés, que o SENHOR tinha prescrito a Israel.” Isso mostra que a unidade que o Espírito Santo quer produzir tem a palavra e a comunhão como centro de sua operação.   

Natureza da unidade

“Um só homem” tem sua relação com a unidade em Cristo. De acordo com Ef 2.15-16, judeus e gentios formando um só corpo, constitui o novo homem, a nova criação. “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.”(2ª Co 5.17). Está é a nova criação, Cristo é o ultimo Adão no qual estão as coisas velhas foram crucificadas e tudo se refez no segundo homem (1ª Co 15.45-49).

Expressão da unidade

Unidade é fato espiritual transcendente, realizado na cruz de Cristo (Ef 2.13-16). Este é uma condição determinante para expressão prática e visível da unidade, em correspondência com a oração de Jesus em Jo 17. A vida, os ministérios e as ações da igreja devem convergir para esta realidade, sem a qual a unidade pode se tornar um projeto meramente humano. À Deus toda a glória!

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