O Compromisso da Igreja

O Compromisso da Igreja

Por certo, estamos vivenciando tempos descritos por Paulo em sua carta à Timóteo: “Sabe, porém, isto: Nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis...” (2º Tm 3.1-5). As características destes tempos estão aí aos nossos olhos. Entretanto, o mundo não está por conta dos desvarios da natureza humana decaída. Depois da ascensão de Cristo, uma nova força surgiu na história: a igreja, a síntese de gentios e judeus formando um só corpo, sob uma cabeça: Jesus Cristo, exaltado. Esse fato constitui o grande mistério que estivera oculto, mas revelado nos tempos finais pelo ministério de Paulo. Esta verdade, em si mesma, é uma proclamação aos principados e potestades nas regiões celestes (Ef 3.9-10). Mais do que nunca, portanto, precisamos restaurar a essência da unidade da igreja para uma proclamação eficaz do Senhorio de Jesus Cristo. Esta unidade, porém, não pode ser uma doutrina, uma visão, uma afirmação teológica, sim uma prática que flui através de relacionamentos firmes e comprometidos com Deus e uns com os outros (Ef 4.1-16). Os tempos são difíceis. A maldade humana potencializada por satanás e seus principados aumenta. Somente no seio da comunidade messiânica restaurada, os homens poderão ver as obras de Deus (Mt 5.14-16). O compromisso divino através de sua igreja, é abençoar todas as nações da terra. A igreja, como um só corpo demonstra ao mundo a Glória de Deus, um atributo da Nova Jerusalém que desce dos céus (Ap 21.2-11). “...eis o Tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus e Deus mesmo estará com eles...” (Ap 21.3).

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